Exercícios resistidos com crianças e adolescentes

A cada dia vemos mais documentários, artigos científicos, palestras e relatos sobre a prática de exercício resistido, também conhecido como treinamento de força.
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A ativação proposital e específica de alguns músculos do corpo com o auxílio de um meio ou força externa, através de barras, halteres, elásticos, molas, máquinas e até peso corporal, são exemplos de força externa utilizados para a ativação da musculatura.
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Durante anos os especialistas discutem se crianças e adolescentes podem ou não praticar o treinamento resistido, mas enquanto isso aumenta o número de jovens se matriculando em academia de musculação, em busca de uma melhora na qualidade de vida ou por objetivos estéticos.
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O treinamento resistido traz grandes benefícios para os praticantes mirins. Dentre eles podemos destacar: ganho de força muscular, melhor condicionamento, maior aptidão física e prevenção ou reabilitação de lesões. O treinamento resistido tem trazido grandes melhoras para questões relacionadas à saúde, como por exemplo a aptidão cardiovascular, composição corpórea, densidade óssea, lipídios sanguíneos e saúde mental.
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Por conta da má alimentação, é comum ver crianças e adolescentes acima do peso. Isso leva a doenças que provavelmente irão prejudicar seu crescimento físico e mental, as quais pode-se destacar: obesidade, hipertensão, anemia, diabetes, colesterol alto, doenças cardiovasculares, artrite, artrose, entre outras.
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Um dos argumentos usados pelos pais ou responsáveis para iniciar seus filhos no treino resistido era de que este prejudicaria e interromperia o crescimento da estatura do jovem. Devido aos avanços científicos e dos estudos mas recentes, se comprovou a inexatidão deste argumento, ou seja, treinamento resistido não atrapalha o desenvolvimento e não tem efeitos adversos nas cartilagens de crescimento ou para o sistema cardiovascular.
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Apesar de comprovado os benefícios que a prática do treinamento resistido traz para a saúde dos seus praticantes com idade a partir dos 8 anos, muitas academias barram o ingresso dos pequenos praticantes, talvez por falta de conhecimento ou qualificação necessária. Um trabalho de conscientização, feito por professores de educação física experientes é de fundamental importância para mudar esse quadro.

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